ARTE BIZANTINA
Com a ascensão do cristianismo, os cultos pagãos Greco-romanos entraram em decadência. Surgiu, então, uma nova forma de pensar e, com isso, de se fazer arte. Foi no início da Idade Média, classificado como Período paleocristão, que a linguagem simbólica passou a fazer parte da arte, da ciência e da filosofia.
O objetivo que a arte assumiu foi o de auxiliar na catequização, por isso passou a ter como característica a simplicidade, possibilitando, assim, um acesso maior ao entendimento das questões religiosas.
O termo “bizantino” originou-se da cidade de Bizâncio, mais tarde chamada de Constantinopla. Por se localizar em ponto estratégico para o comércio entre o Oriente e o Ocidente, essa cidade teve em sua manifestação artística elementos culturais tanto orientais como ocidentais.
Carascerísticas
· Da pintura
- Pintura bidimencional, sem o uso da perspectiva e do volume.
- Temática religiosa ou retratos de imperadores.
- Predomínio do mosaico.
- Alongamento das figuras.
- Emprego das cores azul, vermelha e dourada.
- Ícones – nova forma de expressão artística na pintura.
- Quadros que representavam figuras sagradas, santos e mártires, bastante luxuosos, com ornamentação suntuosa.
- As técnicas utilizadas eram a têmpera e a encáustica.
Encáustica: consiste na diluição dos pigmentos em cera derretida e aquecida no momento da aplicação. Ao contrário da têmpera, cujo efeito é brilhante, a encáustica é semifosca.
· Da arquitetura
- Uso do arco romano e do arco ogival.
- Temáticas abordando a flora e a fauna.
- Excesso no uso do mármore.
Texto extraído do livro Arte e caminhos: metodologia; ensino fundamental /Cíntia Maria Honório . – Curitiba: Base Editorial,
Texto extraído do livro Arte e caminhos: metodologia; ensino fundamental /Cíntia Maria Honório . – Curitiba: Base Editorial,
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