segunda-feira, 16 de julho de 2012


. Observem a obra O Pensador, do escultor francês August Rodin, aqui reproduzida.

 
Respondam:

# O que esta imagem significa? Justifiquem.

# Que elementos o autor utilizou para dizer o que pretendia?

# Há diferença entre a imagem desta obra e a imagem de uma pessoa real – um amigo seu, por exemplo – pensando? Expliquem.


B. Agora, leiam o texto* a seguir:

            Olhando a obra de Rodin, você vê à sua frente um homem pensando, o que é referendado pelo próprio nome da obra: O pensador. Porém, o mestre francês
não reproduziu um homem pensando. Por quê?
            Veja o que diz, sobre a força dessa escultura, o poeta tcheco Rainer Maria Rilke: “Ele está sentado, perdido e mudo, pesado de imagens e de pensamentos, e toda a sua força – que é a força de alguém que se move – pensa. Seu corpo inteiro se torna um crânio, e todo o sangue das suas veias, cérebro”.
            Rilke capturou na linguagem da obra o inédito de sua fala: a metáfora do ato mesmo de pensar, que Rodin, de modo único e singular, tornou visível para nós ao esculpir, escolhendo, entre tantos outros possíveis, o gesto e a tensão corporal que eram os mais significativos, como forma simbólica do ato de pensar.
            Na obra O pensador há signos corporais – gesto e postura – que nos lembram alguém pensando. Mas o modo de produção – forma, ritmo, movimento, volume e material – de como esses signos corporais se realizam na obra é que é tornado signo artístico pelo escultor.
            A diferença que se estabelece entre os signos corporais que lemos de alguém sentado à nossa frente e os signos artísticos da obra O pensador é que, na primeira, o gesto e a postura de alguém sentado à nossa frente apenas nos comunicam que há alguém pensando, enquanto na obra a imagem comunica aquilo a que a imagem se refere, o próprio ato de pensar executando-se.

           
Metáfora: criação representacional do signo artístico
            Como toda obra de arte é uma forma sensível que chega a nós pela criação de “formas simbólicas do sentimento humano” (Langer, 1980), a linguagem da arte propõe um diálogo de sensibilidades, uma conversa prazerosa entre nós e as
formas de imaginação e as formas de sentimento que ela nos dá.
            Nessa conversa, os signos artísticos são “apresentações” de metáforas aos nossos sentidos.
            Na letra da música “Metáfora”** (1981), de
Gilberto Gil, por exemplo, pode-se ler a bela exposição sobre a metáfora sendo a própria linguagem poética.

“Uma lata existe para conter algo
Mas quando o poeta diz: ‘Lata’
Pode estar querendo dizer o incontível

Uma meta existe para ser um alvo
Mas quando o poeta diz: ‘Meta’
Pode estar querendo dizer o inatingível

Por isso, não se meta a exigir do poeta
Que determine o conteúdo em sua lata
Na lata do poeta tudonada cabe
Pois ao poeta cabe fazer
Com que na lata venha a caber
O incabível

Deixe a meta do poeta, não discuta
Deixe a sua meta fora da disputa
Meta dentro e fora, lata absoluta
Deixe-a simplesmente metáfora”

            O objeto artístico é, ele próprio, uma metáfora. E, por isso, se faz imagem que mostra de um modo outro aos nossos sentidos o pensamento/sentimento das coisas, resgatando em nós uma surpresa ao vê-las.
Como intérpretes do objeto artístico – “na lata do poeta tudonada cabe” -, somos impulsionados pela emoção nascida do sentimento estético a traduzir interpretantes – “não se meta a exigir do poeta que determine o conteúdo em sua lata” -, estabelecendo analogias a partir das nossas memórias pessoais e culturais.
            Na leitura do que pode ser a obra, atribuímos a ela um sentido que ressoa significações em nós, “pois ao poeta cabe fazer com que na lata venha a caber o incabível”. Por ser metáfora, a obra não trás uma resposta; mas provoca em nós uma profusão de perguntas que nos faz extrair dela novos, diferentes e mais profundos significados do que o nosso olhar contaminado pelo cotidiano vê sobre nós mesmos, o mundo ou as coisas do mundo.

C. A análise dessas obras, assim como o estudo realizado na atividade anterior, pode ajudá-los a compreender alguma característica da Arte? Justifiquem.

D. Agora, leiam o fragmento do texto*** “Os mercados do México”, da obra Feito à mão, de
Lygia Bojunga.

            Foi numa época de grandes andanças pela América Latina que, uma noite, eu desembarquei na Cidade do México. Tão cansada, que a única coisa que eu queria olhar era uma cama pra dormir.
            Acordei com a manhã adiantada, uma manhã esplêndida de ar fresco, quase frio. Botei meu sapato de bater na rua, peguei o mapa da cidade, e saí naquele alvoroço que eu sempre sinto quando saio pela primeira vez pelas ruas de uma cidade estranha. Priorizei uns tantos edifícios públicos que eu queria achar depressa, pra conferir a pintura muralista mexicana, que eu já amava de livro e que, depois dessa primeira viagem ao México, eu ainda passei a amar muito mais.
            No fim de meia dúzia de quarteirões, eu dobrei e guardei o mapa. Tinha sentido uma afinidade no ar e, para mim, quando a gente sente essa sintonia, é bobagem querer manobrar: agora vire à direita, agora segue em frente, lá na esquina pega a esquerda. Acho que afinidade pede a gente se largar; e ir. Nem que seja só pra ver onde é que vai dar.
            Fui indo. Parando. Olhando. Indo de novo. Embarafustando por umas ruinhas que agarravam o meu olho cada vez com mais força, nossa! Que tanto de vida se espalhando ali, quanta gente comendo, morando, trabalhando na rua! Mas era do trabalho que o meu olho não queria mais sair: uma pintava; outro esculpia; outra bordava; um escrevinhador, cercado de gente esperando a vez, ia botando no papel as cartas e os recados que ditavam pra ele; outro tecia; outra trançava; outro moldava e, à medida que ia chegando perto do mercado, mais artesãos se comprimiam na rua, mais as cores explodiam, os cheiros se misturavam, o barulho crescia, era gente, era bicho, era tráfego, era música tocando. Na entrada do pavilhão eu parei, mal podendo acreditar no que via, de tão grandioso que era o visual daquele mercado (e quantos! Quantos outros eu fui investigar depois, tomada que eu logo fiquei pelo fascínio das ‘artesanias’), coberto de cima a baixo por mil panos e chapéus e bordados e pinturas, avizinhados de uma variedade imensa de legumes e frutas e de peixes e de grãos. Era uma amostragem tão imensamente artesanal e colorida de vida pulsando, que o meu olho ficou meio tonto, nem sabendo onde parar, mas, por onde ele passava, a minha mão chegava atrás, doida pra alisar o sisal da bolsa, sentir a lã do tapete, apalpar a tecedura do xale, acarinhar o barro do pote, roçar o ponto do bordado, o trançado do cesto. Era tanto pra sentir, que a minha mão, lá pelas tantas, emudeceu. Feito com medo de sentir mais.


Quatro letras: a língua do mundoMirian Celeste Martins
Gisa Picosque
M. Terezinha Telles Guerra
A mina bela de pele lisa
Com quatro letras é a Mona Lisa
Junior Blau


         Antes mesmo de saber escrever, o homem expressou e interpretou o mundo em que vivia pela linguagem da arte.
         A caverna, com sua umidade rochosa, foi o ateliê do homem pré-histórico. Diante dos mistérios do que lhe era desconhecido, o artista retirava-se para ficar a sós na caverna. Por dias e dias, nela habitava, desvendando, pelo fazer das mãos e pela força imaginante, o que não compreendia, mas
sonhava compreender.
         A caverna foi a cada na qual o artista se sentia seguro enquanto criava; pois “a casa abriga o devaneio, a casa protege o sonhador, a casa permite sonhar em paz”, como disse o filósofo francês Gaston Bachelard (1884-1962). Nela, pelos olhos de seu próprio ser sensível, o artista ia concebendo o seu mundo por imagens.
         Na caverna, enveredando por seus corredores, os primeiros artistas fizeram graffiti usando como suporte as formas das estruturas rochosas. Dissolvendo pigmentos na boca e soprando-os em jatos como se fossem spray, eles pintaram e traço a traço desenharam a expressão dos movimentos de mamutes, bisões e outros animais.

        
Somos seres simbólicos, seres de linguagem
         Mais do que uma reprodução dos animais selvagens reais, os desenhos e pinturas da arte rupestre nos falam da sensibilidade visual e da capacidade de abstração do homem pré-histórico. No fazer criador de projetar imagens, o artista pré-histórico formou imagens que, no dizer de Bachelard, “cantam a realidade”, pois, para este filósofo da criação artística, “a imaginação não é faculdade de formar imagens da realidade; é a faculdade de formar imagens poéticas que expressam a sua percepção daquele mundo orientada por sua imaginação”.
         As imagens retidas nas paredes da caverna revelam um conhecimento que o homem construiu daquele mundo. Para isso, o artista teve de criar, além da realidade imediata um mundo outro, de imagens dos animais selvagens. Neste ato criador, apropriou-se simbolicamente daquele mundo, capturando na representação visual algo que era dos animais selvagens, dando-lhes novos significados em formas simbólicas. Na criação, o artista tornou conhecido e compreensível não só para ele criador da imagem, mas para todos do grupo, que depois a olhavam, o mistério dos animais que caçava e aos quais sua vida estava ligada.
         Esse conhecimento, que é estético, mesmo nos parecendo hoje tão natural, veio muito antes da palavra. As imagens pintadas não se referiam somente ao que era visível naquele mundo, mas também ao invisível como instrumento de magia. Como tal, ofereciam-se à experiência coletiva, como um modo de conhecimento a toda a coletividade, orientando o pensamento e a ação de todos naquele mundo.
         As obras dos artistas pré-históricos manifestam a vocação inventiva do homem e da sua mente criadora para interpretar a realidade, O desejo de compreender e apropriar-se dela leva o homem a tentativas de interpretação pela capacidade mental de
simbolizar.
         Mais do que homo sapiens, o homem é um animal simbólico, como definiu o filósofo alemão Ernst Cassirer (1874-1945). Somos seres simbólicos, e isso faz com que sejamos capazes de inventar e criar símbolos, ordenando e interpretando o mundo por meio de sistemas de representação.
         Cada indivíduo, como um ser simbólico que é, realiza o ato de simbolizar utilizando sistemas de representação para elaborar e objetivar seus pensamentos e sentimentos com o intuito de compreender o que se passa no mundo.
         Como seres simbólicos, nossa autocriação e transformação cultural nos desenvolveram como seres de linguagem. Nós, humanos, somos capazes de conceber e manejar linguagens que nos permitem ordenar o mundo e dar-lhe sentido.
         Desde as pinturas nas cavernas e as palavras do homem primitivo até as fórmulas e equações que levaram o homem moderno a visitar a Lia e hoje navegar na Internet, há um percurso de invenções que o homem efetuou e vem efetuando por meio de sistemas de representação do mundo,
sistemas simbólicos, ou seja, linguagens.

        
Linguagem ou linguagens...
         Quando falamos em
linguagem, logo nos vêm à mente a fala e a escrita. Estamos tão condicionados a pensar que linguagem é tão somente a linguagem verbal, oral ou escrita e, do mesmo modo, que ela é a única forma que usamos para saber, compreender, interpretar e produzir conhecimento no mundo, que fechamos nossos sentidos para outras formas de linguagem que, de modo não-verbal, também expressam, comunicam e produzem conhecimento.
         O que, então, a linguagem? Pode-se dizer que linguagem é um sistema simbólico e toda linguagem é um sistema de signos.
         Somos rodeados por ruidosas linguagens verbais e não-verbais – sistemas de signos – que servem de meio e expressão e comunicação entre nós, humanos, e podem ser percebidas por diversos órgãos dos sentidos, o que nos permite identificar e diferenciar, por exemplo, uma linguagem oral (a fala), uma linguagem gráfica (a escrita, um gráfico), uma linguagem tátil (o sistema de escrita braile, um beijo), uma linguagem auditiva (o apito do guarda ou do juiz de futebol), uma linguagem olfativa (um aroma como o do perfume de alguém querido), uma linguagem gustativa (o gosto apimentado do acarajé baiano ou o gosto doce do creme de cupuaçu) ou as linguagens artísticas. Delas fazem parte a linguagem cênica (o teatro, a dança), a linguagem musical (a música, o canto) e a linguagem visual (o desenho, a pintura, a escultura, a fotografia, o cinema), entre outras.
         Nossa penetração na realidade, portando, é sempre mediada por linguagens, por sistemas simbólicos. O mundo, por sua vez, tem o significado que construímos para ele. Uma construção que se realiza pela representação de objetos, idéias e conceitos que, por meio dos diferentes sistemas simbólicos, diferentes linguagens, a nossa consciência produz.
         Quando nos damos conta disso, vemos que a linguagem é a forma essencial da nossa experiência no mundo e, conseqüentemente, reflete nosso modo de estar-no-mundo. Por isso é que toda linguagem é um sistema de representação pelo qual olhamos, agimos e nos tornamos conscientes da realidade.

B. A partir da leitura, respondam às seguintes questões:

# Por que é possível afirmar que somos “seres de linguagem, seres simbólicos”?

# Quais linguagens o ser humano inventou para expressar e comunicar seus pensamentos, suas emoções, sensações e tantas outras idéias? Expliquem suas respostas.

# De que modo as referências pessoais reduzem ou ampliam a compreensão das linguagens utilizadas por outros seres humanos, em outras épocas, em outros lugares e contextos?

C. Qual tipo de educação estética foi oferecido a vocês por sua família, pela cidade onde vivem, pela escola e pela vida? Escrevam, individualmente, um pequeno texto sobre o tema.


Arte na Pré-História

Consideramos como arte pré-histórica todas as manifestações que se desenvolveram antes do surgimento das primeiras civilizações e portanto antes da escrita. No entanto isso pressupõe uma grande variedade de produção, por povos diferentes, em locais diferentes, mas com algumas características comuns.
A primeira característica é o pragmatismo, ou seja, a arte produzida possuía uma utilidade, material, cotidiana ou mágico-religiosa: ferramentas, armas ou figuras que envolvem situações específicas, como a caça. Cabe lembrar que as cenas de caça representadas em cavernas não descreviam uma situação vivida pelo grupo, mas possuía um caráter mágico, preparando o grupo para essa tarefa que lhes garantiria a sobrevivência.
As manifestações artísticas mais antigas foram encontradas na Europa, em especial na Espanha, sul da França e sul da Itália e datam de aproximadamente de 25000a.C., portanto no período paleolítico. Na França encontramos o maior número de obras pré históricas e até hoje em bom estado de conservação, como as cavernas de Altamira, Lascaux e Castilho
Arquitetura
Os grupos pré-históricos eram nômades e se deslocavam de acordo com a necessidade de obter alimentos. Durante o período neolítico essa situação sofreu mudanças, desenvolveram-se as primeiras formas de agricultura e consequentemente o grupo humano passou a se fixar por mais tempo em uma mesma região, mas ainda utilizavam-se de abrigos naturais ou fabricados
com fibras vegetais ao mesmo tempo em que passaram a construir monumentos de pedras colossais, que serviam de câmaras mortuárias ou de templos. Raras as construções que serviam de habitação.
Essa pedras pesavam mais de três toneladas, fato que requeria o trabalho de muitos homens e o conhecimento da alavanca.
Esses monumentos de pedras foram denominados "megalíticos" e podem ser classificados de: dólmens, galerias cobertas que possibilitavam o acesso a uma tumba; menires, que são grandes pedras cravadas no chão de forma vertical; e os cromlech, que são menires e dólmens organizados em círculo, sendo o mais famoso o de Stonehenge, na Inglaterra.
Também encontramos importantes monumentos megalíticos na Ilha de Malta e Carnac na França, todos eles com funções ritualísticas.
Escultura
A escultura foi responsável pela elaboração tanto de objetos religiosos quanto de utensílios domésticos, onde encontramos a temática predominante em toda a arte do período, animais e figuras humanas, principalmente figuras femininas, conhecidas como Vênus, caracterizadas pelos grandes seios e ancas largas, são associadas ao culto da fertilidade;
Durante o período neolítico europeu (5000aC - 3000dC) os grupos humanos já dominavam o fogo e passou a produção de peças de cerâmica, normalmente vasos, decorados com motivos geométricos em sua superfície; somente na idade do bronze a produção da cerâmica alcançou grande desenvolvimento, devido a utilização na armazenagem de água e alimentos
Pintura
As principais manifestações da pintura pré-histórica são encontradas no interior de cavernas, em paredes de pedra e a princípio retratavam cenas envolvendo principalmente animais, homens e mulheres e caçadas, existindo ainda a pintura de símbolos, com significado ainda desconhecido. Essa fase inicial é marcada pela utilização predominantemente do preto e do vermelho e é considerada portanto como naturalista.
No período neolítico a pintura é utilizada como elemento decorativo e retratando as cenas do cotidiano. A qualidade das obras é superior, mostrando um maior grau de abstração e a utilização de outros instrumentos que não as mãos, como espátulas.
Por volta de 2000aC as características da pintura a apresentavam um nível próximo à de formas escritas, preservando porém seu caráter mágico ou religiosos, celebrando a fecundidade ou os objetos de adoração (totens).

O modo de pensar da linguagem da arte.

     A arte é uma forma de criação de linguagem - a linguagem visual, a linguagem musical, a linguagem Cênica, a linguagem da dança e a linguagem cinematográfica, entre outras.
     Toda linguagem artística é um modo singular de o homem refletir- reflexão/reflexo-seu estar- no- mundo. Quando o homem trabalha nessa linguagem, eu coração e sua mente atuam juntos em poética intimidade.
Na feitura da linguagem da arte, do seu sistema sígnico, o homem leva ao extremo sua capacidade de inventar e ler signos com fins artístico-estéticos.O que isso significa?
Vamos imaginar a seguinte situação. Você esta na sala de aula e vê alguém  a sua frente. A linguagem do corpo desse alguém diz por meio de uma ação corporal visível o gesto e a postura- a que esse alguém esta fazendo. Você lê os signos ( gesto/postura) dessa linguagem e interpreta o que esse alguém esta pensando. Isso lhe é comunicado por um modo de expressão não-verbal, uma forma de linguagem, a linguagem corporal desse alguém.
Agora olhe O pensador, a famosa estátua do escultor francês René-François-Auguste-Rodin(1840-1917) e responda:
A obra é uma homenagem do escultor ao Italiano Dante Alighieri e resume as idéias de Rodin a respeito do corpo humano como o mais nobre instrumento para representar as forças da natureza.
Você esta olhando uma forma de representação estética, um modo de expressão não -verbal, uma das formas de linguagem da arte, a linguagem visual.
Responda:
a)-Haverá diferença entre a imagem dessa obra e a imagem que vemos de alguém pensando?
b)-Queria Rodin reproduzir em sua obra alguém pensando?
c)- O que essa imagem representa? O que ela traz presente a nossa consciência?